A Folha dos pernambucanos

Por Eduardo de Queiroz Monteiro*

A Folha completa, nesse dia 3 de abril, 27 anos de existência. Nasceu pela obstinação de um conjunto de jornalistas do estado que desejava firmar um grupo de comunicação, onde o mercado tinha já a participação consolidada do Jornal do Commercio e do Diário de Pernambuco.

A Folha nasceu com uma proposta mais popular, preço acessível, e foi ao longo do tempo se afirmando, buscando os seus espaços.

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E hoje posso dizer, sem me afastar nem um milímetro da realidade, que ela conquistou o respeito do mercado publicitário e que tem elevada audiência no impresso, no seu portal e na sua radiodifusão.

É hoje, sem dúvida nenhuma, um grupo que tem o respeito dos pernambucanos, formador de opinião e está em todas as áreas da comunicação social.

Feliz em ver que a Folha se consolidou, após esses 27 anos de muita luta, muita superação.

Chegamos hoje, no dia 3 de abril de 2025, a uma posição consolidada no mercado, uma liderança inconteste na área do impresso, uma plataforma digital muito respeitada, portanto, de audiência mundial, nacional e regional e uma radiodifusão representativa para a cultura pernambucana e que se junta ao conjunto das plataformas.

Chegamos nessa quadra da vida econômica, política e social de Pernambuco com uma imagem consolidada de um jornal plural, que fala com os diversos segmentos, setores e classes sociais.

E continuamos sempre nos renovando porque o futuro se constrói no presente.

Com a diretoria, que é um blend hoje da experiência e da juventude, eu estou nesse depoimento renovando a minha fé, a minha confiança no futuro desse veículo, que se consolidou como veículo importante em Pernambuco e por que não dizer no Norte e Nordeste do Brasil.

*Fundador e presidente da Folha de Pernambuco

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