Pernambuco confirma primeira morte por Covid-19 em 2025

Do g1

Um idoso de 84 anos foi a primeira morte por Covid-19 confirmada em Pernambuco neste ano de 2025. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), ele morava em Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte, e morreu por Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) em decorrência da infecção.

Ainda de acordo com a SES, o idoso era cardiopata. O g1 perguntou à SES se o idoso que morreu em Nazaré da Mata estava internado na rede pública e se recebeu a vacinação contra a Covid-19, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde aponta a notificação de 2.568 casos leves de Covid em Pernambuco até o dia 25 de janeiro. No mesmo período, 20 pessoas tiveram Srag por conta da Covid-19.

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A Srag é uma complicação respiratória que demanda hospitalização e está associada, muitas vezes, ao agravamento de alguma infecção viral, como foi o caso da vítima de Nazaré da Mata. Os pacientes podem apresentar desconforto respiratório e queda no nível de saturação de oxigênio, entre outros sintomas.

De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do total de casos de síndrome respiratória registrados no Brasil este ano, com resultado positivo para algum vírus, cerca de 52% foram provocados por infecção por Covid-19.

Segundo a SES, ao apresentar sintomas suspeitos, como febre, tosse, dor de garganta, é recomendado aguardar entre 48 e 72 horas para realizar a testagem em serviços de saúde. Os testes estão disponíveis em unidades básicas de saúde, Unidades de Pronto Atendimento (UPA), policlínicas e outros locais definidos pelos municípios, responsáveis pela testagem e imunização.

Quanto à prevenção, o esquema atual de vacinação no Sistema Único de Saúde (SUS) prevê duas ou três doses, dependendo do imunizante, para todas as crianças de 6 meses a menos de 5 anos.

Alguns grupos devem receber a vacina contra a Covid-19 em períodos específicos:

  • Idosos e pessoas imunocomprometidas devem receber uma nova dose a cada seis meses;
  • Mulheres grávidas devem receber uma dose durante a gestação;
  • Pessoas que fazem parte de algum grupo vulnerável (indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência ou comorbidades, por exemplo), devem tomar um reforço anual.

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